Considere a rede de metrô de uma cidade como Barcelona, na Espanha. Esta rede cobre boa parte da cidade, sendo composta por várias linhas que se cruzam em estações específicas. Nestes pontos de cruzamento um usuário pode livremente sair de uma composição e passar para uma composição de outra linha. Sendo assim, em geral o usuário tem mais de uma opção de rota quando deseja deslocar-se de uma parte a outra da cidade. Escolher a melhor rota passa, então, a ser fundamental para que o deslocamento seja o mais rápido possível.
As distâncias entre estações vizinhas do metrô não são iguais e, consequentemente, o tempo de deslocamento entre estações vizinhas não é constante. Estas diferenças de tempo não são, contudo, significativas quando comparadas com os tempos de parada das composições nas estações e de troca de composição (de linha).
Em redes de metrô de várias cidades do mundo há sistemas computacionais que auxiliam os usuários a escolher a melhor rota para um deslocamento particular. Mais do que simplesmente indicar uma rota possível, estes sistemas procuram identificar aquela rota que conduz o usuário o mais rapidamente ao seu destino. Dois critérios básicos para esta escolha são (em ordem de importância): procurar minimizar o número de trocas de composição (de linhas); procurar minimizar o número de paradas em estações.
Mapa do Metrô da cidade de Barcelona (Espanha)